Um rolo, seis jeitos de usá-lo.
A câmera não muda. O que muda é a quantidade de fotos de cada pessoa, quanto tempo o filme fica lacrado e quem acaba com a câmera na mão. Seis noites, preparadas de seis formas diferentes. Uma delas provavelmente é a sua.
O fotógrafo registrou a cerimônia. Seus amigos, todo o resto.
O fotógrafo vai embora às onze. A pista à uma da manhã, a cozinha, o cantinho dos fumantes, o discurso improvisado: tudo isso só existe nas câmeras dos convidados. O Capsule reúne essas fotos em um rolo, em vez de deixá-las em quarenta bibliotecas que você nunca vai ver.
Doze fotos para cada um. De repente, todo mundo é fotógrafo.
Um limite faz as pessoas pensarem antes do clique. Você recebe uma boa foto do bolo em vez de nove iguais, e quem segura a câmera também participa da festa.
Lacre na ida. Revele na volta.
Ninguém edita uma foto no segundo dia. Ninguém posta do carro. A viagem inteira chega de uma vez quando você já voltou e está com saudade — exatamente quando mais quer revivê-la.
Todo parente tem uma câmera. Nenhum compartilha as fotos.
Um link no grupo da família e tias, primos e avós fotografam no mesmo filme. Todos podem entrar pelo navegador sem se cadastrar.
A festa de lançamento, sem ninguém narrando tudo nas redes.
Manter as fotos completas seladas até a manhã seguinte guarda a revelação para depois. Você vê a noite inteira de uma vez, escolhe as duas fotos que ficaram boas e publica essas.
Campo, jardim, galpão, sofá.
Uma despedida. Um jantar entre amigos. Um domingo que se estendeu. Se um grupo esteve junto em algum lugar e ninguém ficou encarregado das fotos, ali cabe um filme.
Seja qual for a sua ocasião, tudo começa do mesmo jeito.
Dê um nome ao filme, escolha quando ele será lacrado e compartilhe um link. Dois minutos para você, nada para os outros instalarem e até cinco pessoas de graça.
guarde o celular. já está resolvido.